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Auto-Avaliação PMI

Na última Workshop de Projecto Multidisciplinar I foi-nos proposto fazermos a nossa auto-avaliação final de desempenho na disciplina. Não me querendo estender demasiado, com receio de já ter maçado os possíveis leitores com textos demasiado longos, posso seguramente dizer que considero ter tido uma excelente prestação na disciplina em causa. Poderia, talvez, ter dinamizado mais o e-Portfólio. Mas a verdade é que com a carga de trabalhos de outras disciplinas, chega a um ponto que é complicado manter regular a actividade de colocar novos e interessantes argumentos aqui. De resto, se não estou em erro, fui o único aluno da disciplina a ter estado presente em todas as sessões da iniciativa "Torre de Babel". Também fui o único aluno que foi finalista nos 3 eventos, nomeadamente o Quiz, o melhor argumento, e o melhor PTS, tendo ganho o prémio de melhor PTS do 1º Semestre do ano lectivo 2010/2011. Quanto às restantes actividades mais focadas nas actividades curriculares, creio ter tido um bom desempenho. Não faltei a aulas, e sempre realizei os trabalhos com o máximo cuidado possível. Posso por vezes ter contestado a natureza ou objectivos de determinados exercícios, mas nunca os deixei de realizar.
Concluindo, creio não haver muito mais a acrescentar. Fui um aluno regular na disciplina, e mostrei-me (para além de me sentir, claro) interessado e empenhado nas actividades propostas. Se tiver de me auto-atribuir uma classificação qualitativa, e em comparação com o desempenho geral de outros colegas, creio ser justo considerar-me um aluno Muito Bom a Projecto Multidisciplinar.

Foi um prazer escrever estes argumentos no e-Portfólio. Espero terem apreciado a minha evolução neste 1º Semestre de um novo rumo da minha vida.

Onde Cheguei - Reflexao Final PMI

Pode parecer um tanto cliché a natureza deste texto, ao tentar observar que benefícios considero ter tirado da disciplina de PMI, mas é um risco que estou mais que disposto a correr.

Creio que me sinto mais responsável agora que completei o primeiro semestre (menos os exames, claro) de um curso universitário, e sinto-me muito bem integrado; coisa que não tem vindo a acontecer nos cursos por onde passei anteriormente. O Plano de Trabalhos de Semestre foi um dos trabalhos que mais importantes considerei em Projecto Multidisciplinar, por me ter dado a capacidade de pensar de forma mais crítica no que andava a fazer do meu tempo, e também nos tipos de desperdício em que constantemente incorria. Consegui mudar alguns maus hábitos de estudo. Ainda tenho um longo caminho a percorrer até me tornar verdadeiramente eficiente nos estudos, mas sinto que estou muito mais perto de alcançar este objectivo. A vida é uma constante aprendizagem.

A iniciativa da Torre de Babel foi bastante enriquecedora no sentido em que nos permitiu aprender a lidar com importantíssimas ferramentas que iremos certamente necessitar ao longo do curso, como o SABI, a Pordata, etc. O próprio e-Portfólio foi bastante interessante no sentido em que nos levou a ter um contacto mais imediato com a internet, que é uma tecnologia fundamental na presente sociedade, ao mesmo tempo que nos incentivou a elevar o nosso sentido crítico aliado à imaginação a um nível superior.

Nas aulas tivemos lectures interessantes sobre diversificados temas como crítica de imagem, comunicação, e até comunicação não-verbal! São tudo temáticas interessantes, mas que para além de serem passíveis ou não deste interesse, de pessoa para pessoa, serão certamente úteis no futuro, e até em futuras cadeiras no nosso curso, como é o caso de cadeiras ligadas ao Marketing!

No geral, gostei bastante da disciplina. Não nos deu uma carga excessiva de trabalho, apenas a suficiente para começarmos a integrar o espírito universitário e estou sinceramente ansioso por ver como será a disciplina de PMII!

O que é o Bem?

Entende-se genericamente por "Bem" todas as acções realizadas pelo Homem, que estão de acordo com os padrões morais estipulados pela sociedade. Padrões estes que consistem de conceitos como ajudar o próximo, preservar a natureza, dizer apenas a verdade, entre muitos outros.

O Bem tende a ser um tema cada vez mais reforçado à medida que a população aumenta em número e a sociedade se degrada. É nestas situações que se sente a necessidade de criar algo coeso, como as "normas de conduta em sociedade".
De uma forma menos formal e objectiva, mas bastante explicativa, pode-se entender o Bem como a oposição ao Mal. Assim, pode-se considerar o Bem como o oposto de agir de acordo com o que os nossos padrões morais e sociais consideram como condutas erradas (tais como a destruição da natureza, a humilhação do próximo, ...).

Pode-se ainda associar o Bem ao "preconceito". Isto acontece na medida em que o que se entende hoje por Bem vem já baseado em aglomerados pressupostos e acontecimentos de sociedades humanas passadas. É um tema que tem vindo a ser consolidado desde um passado distante, tomando cada vez maior importância e significado, principalmente, com o aparecimento de crenças religiosas onde (salvo algumas excepções) as normas de conduta de acordo com o conceito do Bem, se seguidas "assiduamente", poderão vir a garantir uma vida espiritual melhor após a morte física. Aqui já entra a noção de medo ou receio, uma vez que muitos dos fiéis das religiões, por vezes, agem de acordo com o Bem, não porque achem sempre a melhor abordagem e porque estejam convictos que não têm opção, mas por receio dessa tal "qualidade pós-vida física".

Resumindo, agir Bem, é agir de acordo com as normas e padrões morais da sociedade. Há ainda a definição de Bem, como oposto ao Mal. Entende-se também que a introdução de valores morais estipulados e correctamente divididos entre Bem e Mal é essencial para o bom funcionamento da uma sociedade. Finalmente, temos o factor religião, que é provavelmente o que maior força tem na "imposição" de valores morais de uma sociedade. Por medo, ou por opção; são apenas pontos de vista diferentes, e variáveis de pessoa para pessoa.

O que é a Verdade?


Para esta reflexão crítica proposta, vou assumir para análise a Verdade entendida por "Conhecimento Verdadeiro" ao invés de "verdade como opção voluntária à mentira".


A verdade são todas as teorias e conceitos que no tempo em que são expressos não conseguem ser refutados. Ou seja, o que é hoje verdade, pode amanhã ser refutado. Também se deve ter em conta o local onde tais teorias e conceitos são expostos: O que é, no local de exposição, verdade, pode estar a ser noutro qualquer lugar no mundo considerado como não sendo verdade, porque a verdade não é absoluta em nenhum lugar nem em ninguém. (poderá, na realidade, considerar-se uma verdade como absoluta, mas são em tão pequenas quantidades que considero desprezíveis na análise em questão. Esta forma iluminada de verdade pode ser encontrada essencialmente em áreas científicas, mas em pouquíssimas ocasiões se podem considerar absolutas e infinitamente verdadeiras.)
Resumindo estes dois factores que condicionam a verdade, pode-se dizer que nenhuma verdade deve ser assumida como absoluta ou eterna. Antes pelo contrário, a verdade é algo que pode ser bastante efémero; basta que alguém a questione em algum lugar e tempo, e apresente uma nova verdade que poderá ou não apresentar maior validade.

O terceiro factor que delimita a verdade é o conhecimento. Não há verdade sem conhecimento. Qualquer argumento, quer se queira entender como verdadeiro ou não, que seja apresentado sem conhecimento, não passa de uma suposição, ou uma opinião. Deve-se assumir que uma verdade tem um bom suporte de conhecimento na área em que incide.

Apesar do conhecimento, é possível ainda que grupos de indivíduos assumam entre si verdades diferentes relativamente a áreas de conhecimento comuns. Concluindo-se assim que a condicionante opinativa humana também pode subjectivar bastante o tema da verdade.

Há ainda que mencionar que não há grande entendimento entre pontos de vista filosóficos e académicos sobre o que é a Verdade. Entram muitas vezes em conflitos, pelo que há uma imensidão de teorias. Apenas quis partilhar o meu ponto de vista resumido do assunto.

Concluindo, quem concorda sinceramente com uma frase, está necessariamente a alegar que ela é verdadeira.

Reflexões & Expectativas Iniciais

Esta minha primeira intervenção no e-portfolio não será, claro, tão objectiva como espero serem as seguintes.
Ainda assim, devo dizer que será tão ou mais empolgante, no sentido em que apesar de não ter o tema sobre que escrever formalmente delineado, tentarei especular algo que por enquanto me é pouco tangível, tentado analisar pontos de interesse para o meu desenvolvimento pessoal, e aspectos que poderei melhorar neste âmbito.

Por esta altura já todos (ou muitos de nós, pelo menos) lemos as Regras da Disciplina, bem como a Ficha da mesma. Temos uma ideia geral do conteúdo da disciplina, e comentamos um pouco acerca do que ela nos proporcionará no que respeita as competências essenciais para o mercado de trabalho actual, que todos procuramos dominar. Mas ainda avançamos a passos bastante miúdos. Vamos palpando terreno à medida que vamos andando, cuidadosamente, usando as ferramentas de trabalho que nos vão dando, uma a uma, para passar uma barreira de cada vez. Ora é aqui que começo a identificar condicionantes de trabalho a melhorar: "começar o trabalho cuidadosamente". A qualidade essencial que espero conseguir moldar melhor com o decorrer desta disciplina é precisamente a de encarar o trabalho de forma mais arrojada! Um arrojado saudável claro, não me refiro a começar a misturar conceitos e disciplinas e a ficar demasiado efusivo, mas a verdade é que a calma em demasia não é sinónima de sucesso. Já um grande sentido enérgico o pode ser. Há uma frase que circula nos meios empreendedores que diz "Polite people get polite jobs". Ora isto diz-nos que quem é muito simpático e tem tendência a concordar com tudo e todos para agradar a gregos e a troianos, tem também tendência a conseguir apenas empregos médios / os empregos "simpáticos". E então, quem atinge os empregos Espectaculares? Estes estão, sem dúvida alguma, reservados para as mentes enérgicas e desafiadoras! Aqueles que não se guiam por querer agradar tudo e todos, mas sim por (de maneira educada e adequada às situações) colocar questões pertinentes, e desafiar até verdades assumidas como dados adquiridos. É neste sentido que digo esperar melhorar o meu ritmo e a minha vontade de trabalhar. Que cada projecto me incentive no próximo de uma maneira exponencial.

A ideia geral é esta! Mas, para ser de mais fácil compreensão, e porque não existe, virtualmente, limite no número de vezes que algo pode ser dividido, passo a enunciar as competências específicas que antecipo vir a trabalhar (curto/médio prazo) para atingir os grandes objectivos a um prazo maior:

- Sentido crítico.
- Capacidade de observação e de transferência da mesma para comunicação verbal e/ou escrita.
- Capacidades argumentativas.
- Lógica e Retórica.
- Coesão escrita.
- Sentido de resumo.
- Ideologias narrativas.
- Competências organizacionais.
- ...

Este é o panorama que consigo prever do que fomos vendo vir a ser a disciplina "Projecto Multidisciplinar I". O ideal seria conseguir chegar ao fim com todas estas competências, e ainda outras, o melhor desenvolvidas possível. Assim tornar-me-ia, com toda a certeza, alguém muito mais dinâmico! É o dinamismo o conceito generalista que quero manter sempre presente, tentando fornecer-me o máximo de ferramentas possível para o intensificar.

Capacidade criativa, empreendedora e de organização; acompanhadas de uma boa capacidade comunicativa, um sentido crítico e lógico bem moldados, e tantas outras competências comummente designadas por "Competências Transversais", são as palavras-chave para o prémio a longo prazo: um Espírito de Líder e de Inovação.